Microtomografia Computadorizada
Análise tridimensional não destrutiva da estrutura interna de materiais.
O que é MICROCT
Uma técnica de análise avançada
Análise tridimensional não destrutiva da estrutura interna de materiais.
Nosso diferencial
Não entregamos um espectro. Entregamos a interpretação.
Qualquer laboratório devolve picos e números. O nosso laudo lê o dado. Três diferenças definem o que entregamos — ilustradas abaixo com um caso real, anonimizado.
Múltiplas técnicas, um único laudo integrado
Não devolvemos cinco relatórios soltos. Cruzamos os resultados de todas as técnicas em uma leitura única — cada sinal confrontado com os demais — para chegar a uma resposta, não a um amontoado de dados.
- Investigação de contaminação — identificar e rastrear a origem de uma espécie estranha.
- Degradação de performance — explicar por que um lote se comporta fora do esperado.
- Validação de novo fornecedor — comprovar equivalência antes da troca.
3 lotes de PEBD · 4 técnicas convergem, a RMN revela a diferença
Em sistemas poliméricos semicristalinos, variáveis termomecânicas do processamento influenciam a dinâmica conformacional das cadeias¹. A RMN de estado sólido resolve ambientes químicos em escala nanométrica², sensível a alterações não detectáveis por DRX ou FTIR³.
Justificativa técnica ancorada na literatura
Cada escolha de técnica e cada inferência do laudo é sustentada por literatura revisada por pares — com referências bibliográficas citadas no texto. A conclusão não é opinião solta: é um argumento rastreável, defensável em auditoria e frente ao cliente.
- Citações numeradas ligando afirmação à fonte
- Normas e métodos oficiais referenciados por analito
- Raciocínio auditável ponta a ponta
Conclusão e parecer do especialista
O laudo fecha com uma posição clara, assinada pelo Pesquisador Principal: o que os dados mostram, o que ainda não é possível afirmar e qual o próximo passo. Inclui a ressalva honesta dos limites de inferência — o que separa parecer técnico de chute.
- Posição técnica explícita, não só resultados
- Limites de inferência declarados com honestidade
- Recomendação de próximos passos assinada pelo P.I.
Quatro técnicas confirmaram equivalência; só a RMN de estado sólido revelou a alteração conformacional sutil não distinguível pelo QC convencional — assinatura molecular compatível com o comportamento atípico de filtração.
Sem os parâmetros da linha industrial, não se estabelece correlação causal direta — recomenda-se etapa complementar para elucidação.
Aplicações de mercado
Onde a MICROCT entrega resultados
Aplicações por Mercado
Farma
- Estrutura interna de comprimidos
- Análise de espessura de revestimento
- Distribuição de porosidade
- Análise não destrutiva de comprimidos
- Integridade de embalagens farmacêuticas
Materiais
- Análise de defeitos em 3D
- Avaliação de estrutura de compósitos
- Caracterização de vazios internos
- Inspeção de controle de qualidade
- Mapeamento de densidade de materiais
Cosméticos
- Análise de estrutura de espumas
- Avaliação de homogeneidade de cremes
- Estudos de compactação de pós
- Testes de integridade do produto
- Caracterização de textura 3D
FAQ
Perguntas Frequentes sobre Microtomografia Computadorizada (Micro-CT)
Como a microtomografia (micro-CT) cria uma imagem 3D sem cortar a amostra?
- A micro-CT gira a amostra (ou a fonte/detector de raios X) para capturar diversas imagens de projeção 2D em diferentes ângulos, que são então reconstruídas computacionalmente em um volume tridimensional completo — o mesmo princípio de uma tomografia médica, porém com resolução em escala micrométrica.
Qual resolução a micro-CT consegue atingir, e como ela se compara à nano-CT?
- A micro-CT tipicamente resolve detalhes na faixa de aproximadamente 1 a 50 micrômetros, suficiente para defeitos internos, porosidade e estrutura em camadas na maioria dos comprimidos, materiais e dispositivos. A nano-CT estende isso para resolução sub-micrométrica, revelando detalhes internos mais finos, ao custo de um campo de visão menor e tempos de varredura mais longos.
A micro-CT consegue quantificar porosidade, além de visualizá-la?
- Sim — como a micro-CT reconstrói um volume 3D completo, softwares de análise de imagem podem segmentar e quantificar o volume de poros ou vazios, a distribuição de tamanho e a conectividade espacial ao longo de toda a amostra, e não apenas mostrar uma seção transversal qualitativa.
A micro-CT é destrutiva para a amostra?
- Não — a micro-CT é não destrutiva, pois utiliza raios X para obter imagens da estrutura interna já existente na amostra, sem cortar, polir ou de outra forma alterá-la, de modo que a mesma amostra física permanece disponível para testes posteriores.
Que tipos de defeitos ou características internas a micro-CT consegue detectar?
- A micro-CT consegue visualizar e quantificar vazios internos, trincas, delaminação entre camadas, espessura e uniformidade de revestimento, e a distribuição tridimensional de componentes de diferentes densidades dentro de uma única amostra — informação que uma seção transversal 2D ou uma técnica de superfície não conseguem fornecer.
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