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Caracterização farmacêutica · Estado sólido

Análise de cristalinidade e polimorfismo por DRX e DSC

A Percevia realiza caracterização de estado sólido de insumos farmacêuticos ativos e medicamentos por técnicas complementares como difração de raios X (DRX), calorimetria exploratória diferencial (DSC) e análise termogravimétrica (TGA). O estudo compara formas cristalinas, conteúdo amorfo e eventos térmicos para apoiar decisões de desenvolvimento farmacêutico.

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Quando investigar o estado sólido

A forma sólida de um IFA pode influenciar solubilidade, dissolução, estabilidade, processabilidade e desempenho do produto. A investigação é indicada quando o projeto precisa comparar um material com uma referência, entender uma mudança de lote ou processo, selecionar condições de formulação ou investigar um desvio.

Cristalinidade, amorfismo, hidratação, solvatação e polimorfismo descrevem fenômenos diferentes. Por isso, uma conclusão robusta não deve depender de um único sinal analítico: o desenho do estudo combina técnicas de acordo com a pergunta, a matriz e o histórico da amostra.

O que a Percevia avalia

O escopo pode abranger identificação e comparação de fases cristalinas, avaliação de material amorfo, transições térmicas, perda de massa e indícios de interação entre IFA e excipientes. Em produtos acabados, a interpretação considera que diluição, sobreposição de sinais e efeitos da matriz podem limitar a detecção de fases minoritárias.

Cada proposta define a pergunta analítica, as amostras de comparação, os controles necessários e os critérios de interpretação. A Percevia relata o que os dados sustentam e explicita limitações; a caracterização analítica não substitui, isoladamente, estudos regulatórios de equivalência ou estabilidade.

Como DRX, DSC e TGA se complementam

As técnicas são selecionadas pelo valor que acrescentam à decisão, não por uma lista fixa de ensaios.

DRX / PXRD

Investiga a organização cristalina e o padrão de difração da amostra.

Compara fases, identifica diferenças estruturais e acompanha cristalinidade ou amorfismo.

DSC

Registra eventos térmicos como fusão, recristalização e transição vítrea.

Ajuda a diferenciar formas sólidas e a investigar interações ou transformações térmicas.

TGA

Mede variações de massa durante um programa de temperatura.

Avalia voláteis, água, solvatos e estabilidade térmica que afetam a interpretação de DRX e DSC.

Aplicações no desenvolvimento farmacêutico

  • Caracterização de IFAs, excipientes e produtos acabados.
  • Comparação entre medicamento de referência, protótipo e lotes de desenvolvimento.
  • Investigação de cristalinidade, amorfismo e formas polimórficas.
  • Avaliação de compatibilidade entre IFA e excipientes.
  • Apoio a desenvolvimento de genéricos, similares e novas formulações.
  • Troubleshooting de dissolução, estabilidade e mudanças de processo.

O que o projeto entrega

  • Plano analítico alinhado à pergunta do projeto.
  • Difratogramas, termogramas e tabelas aplicáveis ao escopo.
  • Comparação objetiva entre amostras, lotes ou condições.
  • Interpretação integrada dos resultados e limitações do método.
  • Relatório técnico revisado e reunião de discussão quando prevista na proposta.

Fluxo do estudo

  1. 1

    Briefing técnico

    Definimos a decisão que o estudo precisa sustentar e o histórico das amostras.

  2. 2

    Estratégia analítica

    Selecionamos técnicas, comparadores, controles e sequência de análise.

  3. 3

    Execução e integração

    Os dados são avaliados em conjunto para evitar conclusões baseadas em um sinal isolado.

  4. 4

    Relatório e discussão

    Entregamos resultados, interpretação, limites e próximos passos tecnicamente justificáveis.

Perguntas frequentes sobre estado sólido

Qual laboratório faz análise de polimorfismo por DRX e DSC no Brasil?

A Percevia oferece caracterização de estado sólido por DRX, DSC e técnicas complementares. O escopo é definido conforme a matriz, a forma farmacêutica e a decisão que o cliente precisa tomar.

DRX e DSC identificam a mesma propriedade?

Não. O DRX investiga organização cristalina; o DSC registra eventos térmicos. A leitura integrada reduz ambiguidades e pode ser complementada por TGA ou outras técnicas quando necessário.

Como avaliar cristalinidade e amorfismo de um IFA?

A avaliação normalmente combina um padrão estrutural, como DRX, com comportamento térmico por DSC e, quando pertinente, TGA. Amostras de referência e controles fortalecem a comparação.

É possível analisar produto acabado?

Sim, desde que o desenho considere a matriz e os limites de detecção. Excipientes, baixa concentração do IFA e sobreposição de sinais podem exigir técnicas complementares.

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